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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A COMPETÊNCIA ESSENCIAL QUE TODA ORGANIZAÇÃO DEVE TER

“O conceito de Valor Compartilhado – cujo foco é a relação entre o progresso social e o econômico – tem o poder de deflagrar a primeira onda de crescimento mundial”

Há uma nova competência que toda organização pública ou privada deve ter, principalmente as de grande porte. Essa nova competência está brilhantemente descrita na Harvard Business Review BRASIL (1). “Os autores, Michael E. Porter, professor da Harvard Business School, e seu colega Mark R. Kramer, consultor especializado em impacto social, abordam um tema bem distinto: repensar a natureza da empresa. Segunda a dupla, os novos desafios do planeta exigem que a empresa busque o “Valor Compartilhado” – ou seja, que inove e gere valor econômico de uma maneira que também atenda aos anseios da sociedade (com o enfrentamento de suas necessidades e desafios). É preciso reconectar o sucesso da empresa ao progresso social. Valor Compartilhado não é responsabilidade social, filantropia ou mesmo sustentabilidade, mas uma nova forma de obter sucesso econômico. Para que o valor compartilhado se materialize, líderes e gerentes terão de adquirir novas habilidades e conhecimentos. Já o poder público precisa aprender a regular de modo a fomentar - e não obstruir – o valor compartilhado”.
Portanto, se a organização definir o Valor Compartilhado como uma das suas competências essenciais, ela, certamente, terá um valor que será percebido pelo cliente ou usuário de seus produtos e serviços, terá também a competência para diferenciar a organização de seus competidores e para adquirir a capacidade de expansão.

Ao falarmos sobre competências essenciais, e bom lembrar a questão do foco, como nos ensina Hamel e Prahalad, no livro - Competindo pelo Futuro. “Em termos práticos, se, durante o processo de definição das competências, uma equipe de gerentes identifica quarenta, cinquenta ou mais “competências”, provavelmente está descrevendo habilidades e tecnologias, e não as competências essenciais da organização. Por outro lado, se listar apenas uma ou duas competências, provavelmente está usando um nível de agregação demasiadamente amplo para gerar insights significativos. Normalmente o nível de agregação mais útil resulta em cinco a quinze competências essenciais.” ...

Estamos convencidos de que, entre as cinco ou quinze competências essenciais, deverá estar o Valor Compartilhado. E, logicamente, para implementarem as competências essenciais, os líderes, gestores e profissionais das organizações precisam eliminar seus gap’s de competências, conforme preconiza a Norma ISO 10015.

1. Excertos de Harvard Business Review BRASIL – Janeiro de 2011 pág. 18 e 19.

Saiba mais: Para conhecer melhor a Norma ISO 10015, acesse o site: http://www.tgtreinamento.com.br/  e o Blog: Quase tudo sobre a ISO 10015

Brinde:

Receba gratuitamente um Reprint do artigo “Criação do Valor Compartilhado”.Envie seu pedido para guimaraes@tgtreinamento.com.br mencionando seu nome, endereço postal, e.mail e telefone. Oferta válida até 15/02/2011. Após essa data, os interessados podem solicitar informações sobre como adquirir o Reprint R1101B-P

ESCUTE A ENTREVISTA DO PROFESSOR SEBASTIÃO GUIMARÃES AO PROGRAMA LINHA DE FRENTE NA RÁDIO RH - http://www.radiorh.com.br/podcasts.php?id_entrev=310

CURSO:

Objetivos:

• Dar, ao profissional de RH e T&D, diretrizes para implementar programas de treinamento que atendam as necessidades da organização.

• Os participantes terão, também, a oportunidade de conhecer processos para avaliar resultados e o retorno do investimento em treinamento.

Diretrizes para treinamento

• DNT - Definição das Necessidades de Treinamento • Projeto e planejamento do treinamento • Execução do treinamento • Monitoração e melhoria do processo de treinamento

Avaliação dos resultados de treinamento

• Avaliação de Reação • Avaliação de Aprendizagem • Avaliação de mudança de comportamento • Avaliação de Resultados Qualitativos e Quantitativos

Avaliação do retorno do investimento em treinamento

• Indicadores para avaliar resultados • ROI – Retorno do investimento.

O RH Estratégico e a norma ISO 10015

• A ISO 10015 como auxiliar das normas de Gestão • Processo de implementação da norma ISO 10015

Recursos Instrucionais: Norma NBR ISO 10015 apostila, textos para estudo dirigido, modelos de avaliações e slides. Os participantes receberão, também, o livro: “Em Busca da Eficácia em Treinamento” – de autoria dos facilitadores do workshop.


Publico Alvo:

Diretores e Gerentes de RH, Analistas de Treinamento, Consultores internos, Tecnólogos de RH, Instrutores, Facilitadores e Profissionais que atuam na área de Gestão da Qualidade. Destina-se, também, aos Empresários, Diretores, Gestores, Consultores, Auditores, Professores Universitários e demais interessados na obtenção de resultados mensuráveis na Gestão de Pessoas.


CARGA HORÁRIA E TIPO DE EVENTO:

Palestra: 4h - Workshop: 8, 12 ou 16h, conforme necessidade e interesse da organização solicitante.

INVESTIMENTO:

Para workshop in company de 16h (dois dias), condições especiais, para turma de 6 até 15 participantes.

Solicite proposta: treinamento@tgtreinamento.com.br - http://www.tgtreinamento.com.br/

Fones:

(11) 9891.6266 / 7565.8025 / 2296-6038

sábado, 8 de janeiro de 2011

Você É, Realmente, Profissional de RH?

Para ser profissional de RH, competente, duas condições são necessárias:

1ª - Você precisa agir estrategicamente

2ª - Você deve obter resultado para a organização – muito resultado!

Como agir

Mesmo que o RH da empresa não seja estratégico, você deve agir estrategicamente Você precisa alinhar as atividades da área de RH com as estratégias da organização. Você tem que responder, de forma convincente, à pergunta: Que resultado a empresa espera do RH?

Como obter resultados

Para obter resultados, é muito simples - basta eliminar seus gap’s, suas lacunas de competência. Os gap’s a serem eliminados são poucos, e na maioria das vezes, estão relacionados com o desconhecimento de algumas boas práticas de RH. É, também, simples explicar porque muitos profissionais de RH não obtêm o resultado esperado. Uma das respostas é dada pela pesquisa que a ABTD fez em 2009. De acordo com essa pesquisa, os profissionais de RH são os que menos recebem treinamento. É bom lembrar que o profissional de RH é profissional do conhecimento, e como tal deve se reciclar constantemente – o ideal, para que ele atinja o nível de excelência, é uma reciclagem equivalente a 160 horas de treinamento, por ano.

Outro fato que devemos considerar é o “enxugamento” exagerado da área de RH. Há um dado estatístico informando (1) que em 1995, havia, em média, 169 treinandos para cada profissional de RH; e que, em 2004, passou a ter 196. Nessas condições, as dificuldades dos profissionais de RH são muitas, principalmente para dispor de tempo discricionário. O consultor americano Peter Howes, Chief Executive Officer, da Infohrm Pty Ltd, falando sobre o assunto, diz o seguinte: “No RH não há tempo discricionário suficiente. Deveria ser de 70%”

O profissional de RH, de modo geral, não tem tempo para se dedicar às atividades que realmente são importantes. Precisa de tempo discricionário para identificar o que realmente quer e precisa fazer para atrair, manter e desenvolver as pessoas que desempenham atividades para a organização, conforme o princípio base do sistema de gestão de recursos humanos(2) Como todo profissional do conhecimento, o profissional de RH precisa de tempo, principalmente, para obter o resultado esperado pela organização. Para tanto ele precisa:

· Utilizar métricas para avaliar resultados

· Implementar as diretrizes da Norma ISO 10015.

Métricas para avaliar

“Quem não mede não gerencia. Quem não gerencia não melhora” - Joseph Juran

“Medir é importante: o que não é medido não é gerenciado” - Kaplan e Norton

“Qualquer coisa que vale a pena fazer, vale a pena medir” – Peter Copezio e Debra Morehouse

Conforme sugerem as afirmações acima, o profissional de RH precisa ter um sólido conhecimento sobre métricas, para poder avaliar e valorizar todas as ações relacionadas com o desenvolvimento das competências da organização. No caso específico de T e D, não é mais admissível que se faça apenas a avaliação de reação dos eventos de treinamento. É preciso avaliar a aprendizagem, a mudança de comportamento, os resultados qualitativos e quantitativos e, também o retorno do investimento em treinamento.

Diretrizes da Norma ISO 10015

É bom lembrar a importância de o profissional de RH conhecer as boas práticas que as empresas bem sucedidas estão implementado.
O profissional de RH não pode mais ignorar uma das principais boas práticas de RH - as diretrizes dadas pela Norma ISO 10015. Seguindo as diretrizes da ISO 10015 é relativamente fácil alinhar o plano de Recursos Humanos – People Plan - com o plano global da empresa, e implementar as boas práticas que dão resultados significativos e mensuráveis.

Sebastião Guimarães
guimaraes@tgtreinamento.com.br
http://www.tgtreinamento.com.br/