Assista nossos Programas

Mostrando postagens com marcador CARREIRA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CARREIRA. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de julho de 2022

Colaboradores que recebem auxílio home office cresce 13% no primeiro tri de 2022



Colaboradores que recebem auxílio home office cresce 13% no primeiro tri de 2022 e investimentos de empresas alcançou R$3,5 milhões no primeiro mês


Levantamento conduzido pela Flash revela que benefício é usado, principalmente, para pagamento de contas como água, luz, telefone e gás

De acordo com levantamento realizado pela Flash - HR Tech de Benefícios flexíveis - entre janeiro de 2021 e janeiro de 2022, o volume de CNPJs que fizeram depósitos em auxílio home office cresceu em 566%. O valor total depositado pelas empresas neste tipo de benefício chegou ao total de R$11,2 milhões, ultrapassando a marca de R$ 3,5 milhões só em janeiro deste ano. Para o levantamento, foram analisadas as realidades de empresas da base localizadas nas cinco regiões do país, em 18 das 27 unidades federativas.

O levantamento ainda destaca que os meses de abril de 2021 e janeiro de 2022 registraram, em todo o período analisado, os crescimentos mais significativos em relação aos meses imediatamente anteriores, de 177,3% e 125,3%, respectivamente. “O primeiro trimestre de 2021 foi um período de elevação dos casos de Covid-19 no Brasil. Com isso, a tendência de mais colaboradores ficarem em casa foi maior, o que foi ao encontro do comportamento das empresas em disponibilizarem um valor maior para o auxílio home office. Com a agilidade do nosso produto, os RHs conseguem fazer essa leitura de forma bem ágil e se adaptar a diversos cenários”, explica Rafael Maia, Chief Revenue Officer (CRO) da Flash. “Em dezembro de 2021, o cenário é bastante parecido com o anterior, por conta da variante Ômicron que se somou ao cenário de mais reuniões entre as pessoas devido às Festas de final de ano. Então a tendência de aumento deste tipo de benefício para colaboradores em casa é maior e as empresas tendem a acompanhar isso de perto”, observa, ainda, Maia.

Em relação ao ticket médio do benefício, as empresas destinaram o maior valor da série pesquisada nos meses de fevereiro, março e abril de 2021, 50% a mais que em janeiro do mesmo ano. Esse aumento coincide com a necessidade de maior isolamento social por conta da pandemia. A partir de maio, o valor recuou em 33% e se mantém estável até o início de 2022.

Maia acredita que a tendência de ticket médio para este ano é crescer no mesmo ritmo que a inflação, mas sem grandes variações, como no ano passado. “Nossas previsões estimam que o crescimento do valor disponibilizado no auxílio home office fique entre 5% e 6%, assim como a inflação. Por estarmos numa situação mais estável em relação à pandemia, com a população consciente da importância da vacinação, os valores disponibilizados ao longo do ano, em sua grande maioria, deverão ficar estáveis, sem grandes e constantes oscilações. Um cenário mais instável gera variações, enquanto a estabilidade cria um cenário linear”, conta.

A segurança jurídica que os RHs das empresas possuem foi um diferencial que potencializou a adoção deste modelo. “A realidade do mercado de trabalho mudou. É interessante notar que o auxílio home office traz segurança para muitas empresas que estavam pagando esse valor para o funcionário em folha e hoje podem ter certeza que o gasto será destinado com utilidades, móveis para escritório e itens de papelaria. Temos casos de clientes que estão colocando esses valores como despesas operacionais em seus balanços, o que permite uma ampliação na confiança das companhias na contratação e disponibilização deste benefício”, detalha.

Em relação ao perfil das empresas que mais oferecem o auxílio home office, um pouco mais de 41% estão cadastradas com a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) principal na seção de Informação e Comunicação. Considerando apenas este grupo, quase metade das companhias pertence ao setor de Tecnologia da Informação (TI).

Mais colaboradores usufruem do auxílio home office

Paralelamente, a série histórica apresenta um incremento no número de beneficiários do auxílio home office. Entre janeiro de 2021 e janeiro de 2022, o número de colaboradores teve um aumento superior a oito vezes e cresceu mais 13% somente no primeiro trimestre de 2022. O maior crescimento de um mês em relação ao seguinte aconteceu na virada do ano, de dezembro de 2021 para janeiro de 2022, alcançando a marca de 33%. “Isto mostra que o interesse das empresas em ofertar este tipo de benefício foi grande desde os primeiros momentos da pandemia. O contexto até ali era ainda de incerteza quanto aos rumos do modelo de trabalho, visto que o primeiro lockdown da pandemia havia ocorrido seis meses antes. Dar esse tipo de resposta ao colaborador foi algo que atraiu as empresas muito rapidamente, o que se mantém cerca de um ano e meio depois”, analisa Maia.

A quantidade de transações finalizadas por mês em cash in de auxílio home office - depósitos realizados pelos próprios colaboradores para complementar o saldo do benefício - cresceu consideravelmente no período do levantamento. Entre outubro de 2021 - segundo mês de operação da funcionalidade - e janeiro deste ano, tanto a quantidade de colaboradores que realizaram algum cash in quanto o número de transações desta natureza cresceram numa proporção de quase cinco vezes. Houve, também, um aumento linear no valor médio por transação. Em outubro, os usuários de auxílio home office transferiram R$50,62 para complementar o valor do benefício. Em janeiro de 2022, esse número subiu para R$68,90, um crescimento de 36%.

Destino do auxílio home office

O valor gasto com auxílio home office pelos colaboradores é majoritariamente destinado ao pagamento de boletos de concessionárias — água, luz, telefone, TV a cabo e gás —, enquanto o porcentual do gasto na compra de cupons em parceiros do app da Flash variou entre 1% e, aproximadamente, 6%. Ou seja, no último mês compreendido pelo levantamento - janeiro de 2022 -, cerca de 94% das transações do auxílio home office foram destinadas ao pagamento de despesas de ao menos um dos títulos citados acima.

“O aumento de certas despesas básicas foi notório ao longo da pandemia. É possível inferir a partir dos dados do levantamento que as pessoas se adaptam ao mobiliário, mas precisam essencialmente de água, luz e internet para um trabalho qualificado, bem como gás, já que passaram a cozinhar com mais frequência por passarem mais tempo em seus lares”, reflete Maia.

Para o CRO da Flash, o período da pandemia proporcionou novas condições ao mercado de trabalho. O teletrabalho já era uma discussão consolidada, mas o home office se tornou o grande novo cenário. “De forma clara, as empresas precisaram se adaptar e a legislação também. Com o cenário pandêmico se amenizando, há ainda a expectativa de como as empresas vão se adaptar ao novo momento”.

Na visão do executivo, as empresas viram que é possível seguir tendo bons resultados e, ao mesmo tempo, proporcionando esse conforto aos colaboradores. Dados de uma outra pesquisa realizada recentemente pela Flash em parceria com a Offerwise corroboram o olhar do executivo. Na relação “salário x benefícios”, 54% dos colaboradores preferem melhores benefícios a melhores salários. Para 15%, o auxílio home office é um dos principais benefícios que as empresas podem proporcionar a eles. “Os colaboradores exigirão cada vez mais benefícios em suas próximas experiências. Podemos inferir pelo comportamento das empresas e dos colaboradores neste um ano e meio que o auxílio home office é um caminho sem volta, que veio para ficar. E a tendência é que cada vez haja uma demanda, tanto dos RHs quanto dos funcionários”, concluiu.

O auxílio home office é vinculado ao aplicativo Flash de cada colaborador. Com o valor disponível, é permitido o pagamento dos boletos de concessionárias - água, luz, internet, tv a cabo e gás - ou de itens de mobiliário/escritório - Tok&Stok, Pontofrio e C&C. Há, também, a possibilidade do próprio colaborador depositar um valor extra para efetuar pagamento ou compra, gerando comodidade e mais flexibilidade no uso do benefício, sem que seja necessário o acúmulo de um novo saldo para a realização da transação. No entanto, não é possível retirar o saldo do cartão, trazendo ainda mais segurança jurídica para a empresa e o colaborador.

Como funciona a Flash

O sistema funciona da seguinte maneira: os profissionais de Recursos Humanos configuram o orçamento que será destinado aos benefícios dos funcionários e quais serão as categorias oferecidas, como refeições, supermercado, transporte, saúde, educação e cultura. Por sua vez, os colaboradores recebem um cartão com bandeira Mastercard e podem usá-lo em mais de 4 milhões de estabelecimentos, além de usufruírem de descontos em mais de 180 parceiros, Uber, Buser, Deezer, Spotify, Google Play, Movida, Petz, LabiExames, Drogaria São Paulo, LivUp, Cacau Show, Tok&Stok, Livraria da Vila, Casa Riachuelo, Shoptime, Americanas, Casas Bahia, Assaí Atacadista e muitos outros.

SOBRE A FLASH


A Flash é o maior player do mercado brasileiro de benefícios flexíveis com a melhor proposta de valor para as duas pontas da cadeia, empresas e colaboradores. Para os profissionais de RH, por meio de uma plataforma intuitiva e prática, a startup permite inserir e administrar os benefícios dos colaboradores totalmente online e com baixo custo de operação. Outro diferencial é que a startup foi criada para suprir com todo respaldo jurídico e trabalhista para as empresas contratadas, como a emissão de relatórios e notas fiscais detalhando os depósitos realizados nos cartões. Já para os funcionários, a oferta é de um cartão com a bandeira Mastercard® e uma ampla de rede de uso com mais de 4 milhões de estabelecimentos em todo o País, além da possibilidade de uso nos parceiros digitais com descontos, como Uber, Buser, Deezer, Spotify, Google Play, Movida, Petz, LabiExames, Drogaria São Paulo, LivUp, Cacau Show, Tok&Stok, Livraria da Vila, Casa Riachuelo, Shoptime, Americanas, Casas Bahia, Assaí Atacadista e muitos outros.


***

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Mercedes-Benz forma multiplicadores na Índia para a futura fábrica de automóveis no Brasil



• Grupo é formado por colaboradores de Iracemápolis e cidades do interior de São Paulo que ficarão quase um mês na Mercedes-Benz Índia, onde são produzidos o sedã Classe C e o SUV GLA
• Os futuros multiplicadores da fábrica receberão treinamentos nas áreas de Produção, Qualidade, Acabamento, entre outras
• A nova fábrica de automóveis da Mercedes-Benz inicia suas operações em 2016

A partir deste mês, um grupo de colaboradores da futura fábrica de Iracemápolis, São Paulo, passa a receber treinamento internacional na cidade de Pune, onde está localizada a planta da Mercedes-Benz Índia. A unidade produz o sedã Classe C desde 2009 e, recentemente, começou a produção do SUV GLA, modelos que também serão produzidos no Brasil em 2016.

Os participantes, que ficarão cerca de quatro semanas na Índia, serão treinados nas áreas de Produção, desde a pré-montagem até a linha de montagem final, passando pelas células de trabalho de instalação de painel, de inspeção e de qualidade. Eles estarão sempre acompanhados por monitores das áreas de treinamento do Brasil e da Índia.

Segundo Sven Junghänel, gerente Sênior de Projeto Estratégico da fábrica de Iracemápolis, esse programa internacional faz parte do intenso treinamento realizado junto aos colaboradores, que terão a função de multiplicar os conhecimentos para atingir a excelência na produção dos automóveis Mercedes-Benz. “Esse intercâmbio realizado entre as plantas do Grupo Daimler é mais uma iniciativa para garantir a qualidade dos veículos a serem fabricados na futura fábrica de Iracemápolis”, afirma Sven.

Esse primeiro grupo de multiplicadores irá trabalhar na montagem final de automóveis da fábrica. Entre eles, estão mais de 10 colaboradores selecionados na região, por meio da parceria firmada este ano com o SENAI da cidade. 





Formação da comitiva

Durante todo o período na Índia os futuros multiplicadores serão acompanhados por um profissional da área de Recursos Humanos da Mercedes-Benz do Brasil, que irá prestar apoio em todas as necessidades e demandas dos colaboradores durante o convívio com a nova cultura.

Para facilitar a adaptação no novo país, a Mercedes-Benz do Brasil organizou uma série de encontros interculturais, onde outros colaboradores que já estiveram na Índia compartilharam suas experiências. “Durante esses encontros são identificadas as principais dúvidas e adiantadas informações sobre leis, alimentação, segurança e recomendações, objetivando diminuir o impacto cultural aos participantes no novo País”, explica Sven.

Resultado de vendas no segmento Premium

A Mercedes-Benz emplacou 9.363 unidades no período de janeiro a julho, atingindo o market share de 34,5% no segmento de veículos Premium, garantindo a liderança no acumulado do ano.

Carro-chefe da marca, o Classe C foi o líder de vendas com 3.773 unidades emplacadas no acumulado do ano, levando a marca a conquistar também a liderança no segmento de sedãs médios. Outro grande destaque foi o GLA, com 2.516 veículos comercializados no mesmo período. O lançamento do GLA 250, completando a família do modelo que agora conta com seis versões, possibilitou que a marca atendesse novas demandas, aumentando ainda mais a participação no mercado.

Em 2016, com a inauguração da fábrica de automóveis no Brasil, os modelos da Classe C e do SUV GLA destinados ao mercado brasileiro serão produzidos na cidade de Iracemápolis.

terça-feira, 29 de julho de 2014

SIMPRATEC CHAMA MÚSICOS PARA A PRIMEIRA VIRADA MUSICAL TRABALHISTA DE SÃO PAULO

O SIMPRATEC - Sindicato dos Músicos Profissionais Práticos, Profissionais Técnicos, Autores, Intérpretes e Titulares de direitos autorais, realizará em 05/08 às 17hs na Câmara dos Vereadores de São Paulo, a Primeira Virada Musical Trabalhista de São Paulo.
O objetivo do evento é questionar junto às autoridades relacionadas aos profissionais da Música, como o Ministério do Trabalho e Emprego, Ordem dos Músicos do Brasil e SINDMUSSP -Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado de São Paulo, o porque da ausência de fiscalização das notas contratuais emitidas pelos músicos trabalhadores.
Segundo Mario Henrique de Oliveira, presidente do SIMPRATEC, a maioria dos músicos não preenche o número do registro dos contratantes no Ministério do Trabalho, o que dificulta e na maioria das vezes, anula a identificação dos contratantes e recolhimento dos benefícios gerados aos músicos.

Durante a virada, os músicos presentes serão orientados em relação ao preenchimento do documento e as autoridades devidamente convidadas para a discussão, terão a oportunidade de manifestarem-se em relação à omissão de fiscalização desse caso.

O vídeo e cartaz de convocação começou a ser distribuído nas redes sociais na tarde de hoje:



ENTREVISTA DE MÁRIO HENRIQUE DE OLIVEIRA - PRESIDENTE DO SIMPRATEC NO PROGRAMA MÚSICO EMPREENDEDOR - TV CINEC