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domingo, 4 de outubro de 2020

Home office mais aceito e repensar prioridades e estilo de vida são tendências em sociedade pós-COVID-19, aponta pesquisa



Novo estudo da Getty Images, o Visual GPS mostra também que 83% concordam que aparelhos móveis os ajudam a sentirem conectados com o que acontece no mundo.

Uma nova pesquisa da Getty Images, líder global em comunicação visual, mostra que 97% das pessoas acreditam que a pandemia do COVID-19 trará mudanças no longo prazo, resultando em mais aceitação do home office, do ensino à distância e pessoas repensando prioridades e estilos de vida.

Enquanto 55% pensam que mais pessoas vão trabalhar em casa no futuro, 46% acreditam que os sistemas de educação irão repassar mais recursos para o ensino online e a distância. A vida pessoal também passará por mudanças, de acordo com quase metade dos entrevistados, já que 49% veem as pessoas repensando suas prioridades e estilos de vida.

A pesquisa “Visual GPS”, realizada com mais de 10.000 consumidores e profissionais em 26 países, também mostra que a maioria das pessoas concorda que dispositivos móveis as ajudam a se sentir conectadas ao que está acontecendo no mundo (83%), e com quem mais importa para elas (79%).

No entanto, embora a maioria dos entrevistados aprecia a conveniência proporcionada pela tecnologia, o seu uso sem limites é uma preocupação. O termo "desintoxicação digital" teve um crescimento de 153% em pesquisas online durante a pandemia, enquanto 36% disseram que a tecnologia prejudicou algum de seus relacionamentos.

“Quer as pessoas estivessem prontas ou não, a pandemia a qual vivemos mudou o mundo, empurrando o mercado de trabalho global para o mundo online e nos tornando ainda mais dependentes da tecnologia”, disse o CEO da Getty Images, Craig Peters.

De acordo com ele, assim como o mundo, a mentalidade dos consumidores também passou por mudanças. “Nossa pesquisa mostra que associações positivas com a tecnologia aumentaram, mas não quer dizer que as pessoas querem estar conectadas a todo instante. Insights como este podem ser transformados em ideias de comunicação visual que ressoam com o público”, disse Peters.

Inteligência artificial e conexões pessoais


Outras descobertas da pesquisa Visual GPS mostram que o termo "Inteligência artificial" teve um aumento de 179% nas pesquisas online durante a pandemia, com 77% dos entrevistados concordando que a realidade virtual abre portas para experiências que não poderíamos ter de outra forma.

Quando se trata de conexões pessoais, outra área afetada pelo isolamento social, 42% dizem que não vão comparecer a tantos eventos e aglomerações, enquanto 32% acreditam que as famílias ficarão mais próximas como resultado do COVID-19.

A pesquisa Visual GPS busca ajudar profissionais a selecionar conteúdo visual e está disponível para download gratuito em https://creativeinsights.gettyimages.com/en/visual-gps.


Sobre a Getty Images

Getty Images é uma das fontes de conteúdo visual mais confiáveis e estimadas do mundo, com mais de 375 milhões de itens, incluindo fotos, vídeos, e música, disponíveis através dos sites www.gettyimages.com e www.istock.com, líderes no mercado. O website da Getty Images atende a clientes criativos, empresariais e de mídia em quase todos os países do mundo e é o primeiro lugar a descobrir, comprar e compartilhar conteúdo visual poderoso dos melhores fotógrafos e cinegrafistas do planeta. A Getty Images trabalha com mais de 310 mil colaboradores e centenas de parceiros de imagem para oferecer uma grande cobertura de mais de 160 mil eventos noticiosos, esportivos e de entretenimento anualmente, com imagens criativas e de impacto para comunicar quaisquer conceito comercial, além de possuir o maior arquivo de fotografia histórica do mundo.

Visite a Getty Images em www.gettyimages.com para saber mais sobre como a empresa está avançando no papel único de providenciar imagens convencionais e em movimento para comunicação e negócios, permitindo que ideias criativas se tornem realidade. 


terça-feira, 30 de outubro de 2012

LEI DE FALÊNCIA CONTRIBUI PARA A DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE QUEBRAS ENTRE AS EMPRESAS BRASILEIRAS



Em 10 meses 1.502 empresas entraram com o pedido de falência, mas apenas 516 empresas foram de fato, a bancarrota.
 Quando a organização deixa de pagar tributos, fornecedores e até mesmo funcionários, fica claro que a situação financeira está indo de mal a pior.. E se não houver uma mudança de postura e a injeção de novos investimentos, o próximo passo será decretar a falência. Sancionada em 2005, a Lei da Falência, que alterou alguns pontos da legislação antiga. 
Segundo os dados da empresa Serasa Experian de Falências e Recuperações, de janeiro a setembro de 2012, 1.502 empresas entraram com o pedido de recuperação judicial, sendo 16% grandes empresas, 27,8 médias e 55,8% pequenas e micro empresas.  Destes pedidos, apenas 516 empresas conseguiram efetivar o plano de recuperação nos moldes propostos. O número não é considerado tão assustador em vista dos anos anteriores.
 O fato é que a partir da Lei 11.101/2005 houve uma redução significativa na quebra de empresas em números absolutos, já que apenas débitos superiores a 40 salários mínimos são passíveis de ensejar pedido de falência pelo credor, o que não ocorria na lei anterior, quando pedidos de falência eram cedidas sem maior critério para créditos de pequeno valor.
 Porém o aspecto mais significativo da lei foi a origem da chamada recuperação da empresa, que auxilia o empresário viabilizar a reestruturação financeira da organização, "especialmente num contexto de crise econômica financeira mundial que, numa economia globalizada atingiu grande parte das empresas brasileiras, muitas das quais ainda enfrentando enormes dificuldades para implantar sua reestruturação mesmo após melhoria no cenário macro econômico, ainda são constantes as notícias de demissão de empregados, adiamento ou cancelamento de negócios, enfim, restrições à atividade produtiva." Relata Dr. Márcio.
Nesse contexto, o instituto da recuperação judicial possibilita que as empresas nessa condição ganhem fôlego junto a seus credores que as possibilite manter suas atividades. Tal é, inclusive, a finalidade principal da lei "A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estimulo à atividade econômica." Segundo o artigo 47.
O benefício da recuperação judicial é a possibilidade de concessão de prazos e condições especiais para pagamento das obrigações, de forma que o empresário possa se capitalizar e investir na empresa, pois, durante o processo, a empresa preserva sua atividade, continuando a gerar receitas.
O plano de recuperação deve ser apresentado ao juiz e aos credores no prazo de 60 dias, com a discriminação detalhada dos meios de recuperação e da forma e prazo para pagamento das dívidas. Deferido o plano de recuperação judicial não é possível ao devedor empresário desistir do processo, salvo com a concordância da assembleia geral de credores, e, o descumprimento de qualquer obrigação estipulada no plano, poderá acarretar a convolação da recuperação em falência.
A recuperação judicial pode ser um meio para a superação da crise, "mas é fundamental que o empresário elabore um plano de recuperação de acordo com sua realidade financeira de forma que esse plano possa ser efetivamente cumprido. Sendo assim, é fundamental que o empresário esteja ciente que, uma vez iniciado o processo de recuperação judicial, ele não pode desistir do mesmo." Conclui Dr. Márcio Holanda.
 Sobre Dr. Márcio Holanda Teixeira
Advogado associado ao Gaiofato Advogados Associados, coordenador da Área Consultiva/Criminal; Inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de São Paulo, sob o nº 141-991. Bacharel em Direito pela Universidade Paulista em 1995; e pós-graduado em Direito Processual Civil pela Universidade Paulista em 2000 e pós graduando em Direito Empresarial/Tributário pela Faculdade Legale; Assessor da Presidência da IV Turma do Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de São Paulo, SP.
 Sobre a Gaiofato Advogados Associados
Fundado em 2003, por Alexandre Gaiofato, a Gaiofato Advogados Associados tem a missão de prestar consultoria jurídica e assessorar seus clientes com ética e profissionalismo. Composto por profissionais especializados em diversas áreas do Direito Público e Privado, o escritório é responsável por conduzir casos em áreas que transitam pelas leis do Direito Administrativo, Contencioso Cível, Contratos, Imobiliário, Importação e Exportação, Penal Empresarial, Societário, Trabalhista e Tributário. Todos os processos são comandamos com dinamismo, agilidade e acessibilidade.. Acesse: www.gaiofato.com.br.

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